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Câncer de pele: como identificar sinais e quais são tratamentos

O câncer de pele é o tipo de câncer mais frequente no Brasil. Ele ocorre quando células da derme ou epiderme passam a se multiplicar de forma rápida e desordenada, formando tumores malignos. Apesar da gravidade, a doença tem altas chances de cura quando diagnosticada precocemente.

O que é o câncer de pele e quais os tipos?

O câncer de pele surge do crescimento anormal das células cutâneas, que se reproduzem de maneira contínua até formarem um tumor. Entre os principais fatores de risco estão:

  • Histórico familiar de câncer de pele;

  • Pele e olhos claros, cabelos loiros ou ruivos;

  • Exposição frequente ao sol sem proteção;

  • Exposição solar intensa na infância e adolescência.

A exposição ao sol é essencial para a produção de vitamina D, mas a falta de proteção adequada pode causar envelhecimento precoce, lesões oculares e câncer de pele.

Os principais tipos são:

  • Carcinoma Basocelular: mais comum, aparece como nódulo esbranquiçado ou mancha escamosa em áreas expostas ao sol.

  • Carcinoma Espinocelular: ocorre na camada mais superficial da pele (epiderme), geralmente em regiões que sofrem maior exposição solar.

  • Melanoma: mais raro e agressivo, surge nas células que produzem melanina e pode se manifestar em qualquer parte do corpo.

Como identificar sinais da doença?

A avaliação clínica costuma seguir a regra do ABCD, que analisa manchas e pintas quanto a:

  • Assimetria: formatos irregulares;

  • Bordas mal definidas;

  • Cor variada;

  • Diâmetro maior que 6 mm.

Outros sinais de alerta incluem:

  • Pintas que crescem, coçam ou sangram;

  • Manchas ásperas ou avermelhadas;

  • Lesões que parecem verrugas ou nódulos;

  • Feridas que não cicatrizam em até quatro semanas.

Qualquer alteração deve ser investigada por um dermatologista.

Qual é o tratamento do câncer de pele?

Na maioria dos casos, o tratamento principal é a cirurgia para retirada da lesão. Em melanomas, pode ser necessária a remoção de linfonodos próximos.

Quando a cirurgia não é indicada, podem ser utilizados:

  • Radioterapia: indicada em casos específicos;

  • Quimioterapia e imunoterapia: quando há metástases ou maior agressividade.

O diagnóstico precoce continua sendo a forma mais eficaz de garantir a cura.

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Leonardo Nascimento

Jornalista, tecnólogo em Comunicação Institucional e pós-graduando em Jornalismo Cultural e de Entretenimento.

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