Exames adequados, dieta e exercício são caminhos para vida mais saudável; Dr. Cláudio Ambrósio explica processos

O número de pessoas com obesidade e sedentarismo cresce de forma alarmante no Brasil. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), mais de 41 milhões de adultos brasileiros estão obesos, o que representa cerca de 25% da população. Além disso, dados do Ministério da Saúde indicam que 47% da população não pratica atividade física suficiente para manter a saúde em dia.
Diante desse cenário, o exame de bioimpedância vem se consolidando como um dos principais aliados para quem busca um emagrecimento saudável e duradouro. A avaliação detalhada da composição corporal permite ao profissional de saúde traçar estratégias mais personalizadas e eficazes.
De acordo com o endocrinologista Dr. Cláudio Ambrósio, apenas olhar para o peso corporal já não é suficiente para avaliar a saúde de uma pessoa. Ele explica que uma pessoa aparentemente magra pode ter altos níveis de gordura visceral, o que representa um risco elevado para doenças cardiovasculares, diabetes e síndrome metabólica.
A bioimpedância fornece mais de 50 indicadores sobre o corpo, como idade metabólica, índice de massa corporal (IMC), gordura segmentada por membros e níveis de água corporal. Esses dados são obtidos com alta precisão por meio de sensores modernos que analisam o corpo em diferentes frequências.
O exame é fundamental para entender desequilíbrios que não aparecem na balança. Isso permite ajustes mais assertivos no plano alimentar, nas metas de atividade física e nas estratégias clínicas de prevenção e tratamento.
Além da tecnologia, a mudança de hábitos continua sendo essencial. Uma alimentação equilibrada e pelo menos 150 minutos semanais de exercícios físicos, como caminhada, já são suficientes para reduzir o risco de doenças e melhorar a qualidade de vida, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
A bioimpedância, somada a um estilo de vida ativo e consciente, pode ser o primeiro passo para transformar sua saúde.









